top of page

Dicas para o professor que irá receber um aluno com Transtorno do Espectro Autista ;)

  • 12 de fev. de 2018
  • 2 min de leitura



Primeira coisa, respeite o espaço e o tempo de adaptação necessária para a criança. Estar em um ambiente novo com uma nova rotina, e uma nova professora não é fácil para os alunos com TEA, então não invada seu espaço de forma brusca, primeiro observe, busque conhecer conversar com a família, esta parceria com a família é a forma mais eficaz de criar vínculos com a criança, é a família que vai sinalizar a cerca de obsessões, medos, aversões a texturas, não perca essa oportunidade de facilitar seu trabalho.


Outras dicas importantes..


Em meio a um ambiente com excesso de estímulos a criança se sente perdida.

Dê preferencia a um ambiente com cores pastéis, poucos recursos e brinquedos a vista.


Observe quais texturas atraem a criança, e aproveite seu interesse as atividades, evite as texturas que causam aversão, a aprendizagem precisa ser prazerosa.


Utilize recursos visuais de maneira equilibrada e estratégica.


Evite barulhos altos, ou desordenados, atividades musicais podem causar desconforto, se for necessário crie estratégias alternativas para a criança com TEA durante uma atividade que exija un excesso de estímulos sonoros .


Crianças hipercinéticas tem maior facilidade para se concentrar em tarefas com estímulos sensoriais!


O estímulo à capacidade de identificar, classifica ou nomear grupos de objetos (animais, frutas, letras, números) sem ver, dando suas características, a partir da capacidade de estabelecer relação entre as gnosias digitais e a memória, é de extrema importância principalmente em crianças com hiperatividade, transtornos de atenção, memória ou autismo.


Vamos utilizar areia! Vamos utilizar bolinhas de gel! Vamos utilizar tinta e massa sensorial vou dar a receita num próximo post) vamos despertar a curiosidade dos pequenos em geral, e principalmente dessensibilizar os pequenos com desenvolvimento atípico e hipercinestesia!


Estudos recentes apontam que a enzima que transforma o glutamato(exitatório) em GABA(inibitório) está reduzido em autistas em algumas regiões do cerebelo, a diminuição dessa enzima sugere a redução do neurotransmissor inibitório. O que contribuiria para défitis específicos no autismo, como Hiperatividade, dificuldades para adormecer e prejuízos na memória social. Mais de um terço dos autistas tem níveis aumentados de serotonina. Relacionados ainda a estereotipias e rigidez de comportamento.


Nossa vontade inicial é tentar conter esses movimentos. Pode parecer que, quando a criança está praticando uma estereotipia, está distraída e não conseguirá se concentrar. Porém, esses movimentos são, na maioria das vezes, inofensivos e podem até ser benéficos para a criança. Ao contrário do que parece, a criança fica muito mais concentrada nestes momentos.


Além disso, alguns momentos sozinha praticando estereotipias, podem auxiliar na organização dos pensamentos da criança ou também quando estiver em uma situação de estresse. Muitos autistas conseguem pensar e se concentrar melhor enquanto fazem estes movimentos.


É importante também minimizar os estímulos que podem gerar estresse na criança. Muitas vezes, os movimentos repetitivos começam quando ela está em uma situação de estresse.

O mais importante identificar melhor quais as sensações que a incomodam, como barulhos, cheiros, toques, luzes, etc. Nestes casos, eliminar ou reduzir estes estímulos reduzirá, consequentemente, os movimentos de autorregulação.

;) <3


 
 
 

Comentários


Âncora 1
bottom of page