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Para estimular a escrita a atividade precisa ser prazerosa!

  • 7 de fev. de 2018
  • 1 min de leitura

A ideia é criar um diário, e não importa se a criança sabe escrever ou não, o valor está em ter um momento a cada dia para sentar junto a criança e questionar, sobre que dia da semana estamos, se fez sol, ou chuva, quais foram os acontecimentos do dia, se foi um dia bom ou ruim. O tempo de troca e de ouvir a criança é na maioria das vezes o maior diferencial no desenvolvimento do interesse pela leitura e escrita. Um diário pode ser iniciado com desenhos ou colagens que remontem o dia, seus momentos valorizados pela criança, como o rótulo de um doce, ou a notinha da ida ao cinema. Situações assim proporcionam a oportunidade de explicar conceitos da vida prática, como preço, quantidade, passagem do tempo, as possibilidades são infinitas, basta ter criatividade e adequar a rotina da família.

Aos poucos é possível introduzir as primeiras letras conhecidas pela criança, as formações de sílabas e acompanhar o avanço até a formação de palavras. Com estímulo e afetividade a relação entre o aprendizado e o prazer cria vínculos que farão diferença por toda a trajetória do indivíduo.

 
 
 

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Âncora 1
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